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Testamos a Kawasaki Ninja 250R - WebMotors

postado em 29 de ago de 2011 09:26 por José Souza

Modelo aparenta ser maior do que realmente é e faz sucesso, porém “bebe” demais para um 250cc

Texto: Arthur Caldeira /Agência InfoMoto

Foto: Doni Castilho

 

 

 

Basta parar no semáforo ou estacionar a Kawasaki Ninja 250R para atrair olhares curiosos e perguntas sobre a capacidade cúbica da esportiva: “Essa é 650?”, “Quantas ‘cilindradas’ tem essa moto?”. Todos iludidos pela carenagem integral que traz o nome Ninja sem a inscrição de 250cc – que deixou de ser usado neste modelo 2011. A “Ninjinha” é bonita mesmo e chama a atenção, ainda mais com a pintura que mescla o verde com alguns grafismos em preto, exclusiva dessa “Special Edition” (edição especial).

E justamente o visual é o principal apelo que faz da Kawasaki Ninja 250R a moto mais vendida no segmento “Sport” entre janeiro e junho deste ano – de acordo com dados da Fenabrave (entidade que reúne os distribuidores de veículos), foram emplacadas 2.292 unidades no período.

Pouco importa, nesse caso, que a Ninja 250R, diferentemente de suas irmãs maiores, tem um compacto motor de dois cilindros paralelos, 249 cm³ de capacidade e refrigeração líquida que produz 33 cavalos de potência máxima. O consumidor que opta pela Ninjinha busca mais o visual esportivo do que desempenho propriamente dito. Reforçando a máxima de que imagem é tudo.

Cavalo anda, cavalo bebe
Mais que um simples meio de transporte, motocicletas em geral são objetos de desejo e status. E nesse quesito, a Ninja 250R tem qualidades de sobra. Mas com uma análise mais objetiva e menos passional, a pequena Kawasaki demonstra alguns pontos fracos, principalmente no uso urbano e diário.

A começar pelo comportamento do motor bicilíndrico. Como o projeto da moto privilegia a potência em altas rotações – uma vez que os 33 cavalos só aparecem a 11.000 rpm – a Ninja 250R é fraca em baixos giros. Fraca mesmo! Até os 5.000 rpm, o motor não tem torque para subir ladeiras e, nas retas, fica pedindo uma redução no câmbio de seis marchas.

Como seu torque máximo de 2,24 kgf.m só chega a 8.200 rpm, sua faixa de utilização se resume a esses 3.000 giros (a faixa útil de um motor compreende-se entre a rotação de torque e potência máximas, no caso da Ninjinha entre 8.200 e 11.000 rpm). Portanto, quando se mantém o bicilíndrico nessa faixa de giros, a Ninjinha é bastante esperta e divertida de se pilotar. Até mesmo se comporta como uma “pequena” esportiva, guardada as devidas proporções.

E como já diz um ditado do meio: “cavalo anda, cavalo bebe”. Ou seja, se você quer se aproveitar a potência da moto precisa fazer seu motor girar alto. E essa teoria se confirmou na prática. A Ninja 250R teve consumo médio de 19,06 km/litro, chegando a rodar até 21 km/l. O ponto negativo para quem a utiliza diariamente é que a conta vem na hora de abastecer: seu consumo é mais alto que as principais concorrentes da mesma faixa de cilindrada, como Honda CB 300R e Yamaha Fazer 250.

Outro senão para quem quer ter a Ninja 250R como única moto é o incômodo banco para a garupa. Além de pequeno, faz com que o passageiro fique com as pernas muito flexionadas e não tem alça para se segurar.

Miniesportiva

Entretanto, quando conduzida mais “esportivamente” a Kawasaki Ninja 250R revela outras qualidades. Sua ciclística mostrou-se bastante equilibrada e estável. Capaz de atingir 160 km/h – apesar do velocímetro marcar otimistas 200 km/h –, a Ninjinha traz suspensões telescópicas na dianteira (com garfos de 37 mm e curso de 120mm) e monoamortecedor a gás com regulagem (130 mm de curso) na traseira. O suficiente para transmitir segurança nas curvas e também em altas velocidades.

Destaque ainda para o conjunto de freios – a disco em forma de pétala em ambas as rodas. Com pinça dupla na frente e simples, atrás, o sistema é mais que suficiente para “estancar” os 170 kg (em ordem de marcha) da pequena Kawa. Exigem até certo cuidado para não assustar ao piloto.
Ponto positivo para a posição de pilotagem. Apesar do visual esportivo e até mesmo dos semiguidões, o motociclista não precisa ficar “montado” sobre a moto como nas esportivas maiores. O posicionamento das pedaleiras se assemelha aos modelos nakeds, o que facilita a condução no anda e para dos grandes centros e também proporciona conforto não visto nas suas irmãs maiores.

Para se destacar

Longe de ser uma moto prática, a Kawasaki Ninja 250R é uma boa escolha para quem quer uma moto para se destacar e tem um orçamento limitado ou pouca experiência. Seu visual atrai olhares, mas seu desempenho não assusta. Mesmo sendo uma 250cc, dificilmente o motociclista vai ser confundido com um motoboy com essa Ninjinha.

Vendida em três opções de cores (Branca, Preta e Verde) por R$ 16.710,00 – preço base para os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro – a Ninja 250R cobra o preço da imagem. Mas se você quiser se destacar ainda mais, pode optar pela Special Edition testada, porém vai pagar a mais por isso: R$ 17.040,00 (SP e RJ). Afinal, imagem tem preço.

Ficha técnica - Kawasaki Ninja 250R Special Edition

Motor: DOHC, quatro tempos, dois cilindros paralelos, refrigeração líquida
Cilindrada 249 cm³
Diâmetro x curso: 62,0 x 41,2 mm
Taxa de compressão: 11,6:1
Potência máxima: 33 cv a 11.000 rpm
Torque máximo: 2,24 kgf•m a 8.200 rpm
Sistema de Combustível: Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Câmbio: Seis velocidades
Transmissão Corrente
Embreagem: Multidisco banhado a óleo
Quadro: Tubular em aço do tipo diamante
Suspensão
Dianteira: Garfo telescópico de 37 mm e 120 mm de curso
Traseira: Uni-Trak com amortecedor a gás, com cinco ajustes na pré-carga da mola e 130 mm de curso
Rodas e Pneus
Dianteiro: 110/70-17M/C (54S)
Traseiro: 130/70-17M/C (62S)
Freios
Dianteiro: Disco duplo de 290 mm, com pinça de duplo pistão
Traseiro: Disco de 220 mm, com pinça de duplo pistão
Dimensões: CxLxA 2.085 mm x 715 mm x 1.115 mm
Entre-eixos: 1.400 mm
Distância do solo: 130 mm
Altura do assento: 775 mm
Capacidade do tanque: 17 litros
Peso: 169 kg (em ordem de marcha)
Preço: R$ 17.040 (preço base SP e RJ)

Honda marca presença no Ethanol Summit

postado em 15 de jun de 2011 07:03 por José Souza

Pelo segundo ano consecutivo, a empresa patrocina o evento que debate sobre o futuro da energia renovável no planeta

A Honda South America participará do Ethanol Summit 2011, que acontece nos dias 6 e 7 de junho, em São Paulo. Patrocinadora do evento, principal fórum na América Latina para o debate sobre o futuro da energia renovável no planeta, a Honda participará do painel "Híbridos, elétricos e flex-fuel: opções ou convergência?", apresentando tecnologias amigáveis ao meio ambiente desenvolvidas pela marca como as motos flex, automóveis híbridos e veículo movido por célula de combustível.

Antes mesmo de o controle de emissões atmosféricas ganhar o centro das discussões sobre mudanças climáticas no mundo, a Honda já se empenhava em reduzir os níveis gerados por seus produtos. A empresa foi a primeira a atender aos parâmetros da legislação norte-americana de controle de emissão de poluentes, em 1975. Para atender à lei, desenvolveu e compartilhou com outros fabricantes a tecnologia CVCC (Compound Vortex Controlled Combustion), que permite a produção de motores com baixíssima emissão de poluentes.
CG 150 Titan Flex
No Brasil, um importante marco dos diferenciais ambientais dos produtos Honda foi o lançamento, em 2009, da motocicleta CG 150 Titan, a primeira motocicleta flex (etanol e/ou gasolina) do mundo produzida em série. Hoje a linha de motocicletas nacionais Honda já conta com 4 modelos bicombustíveis. Para 2011, a previsão é de que cerca de 55% das motocicletas produzidas na fábrica da Moto Honda em Manaus sejam dotadas do sistema flex. A iniciativa, além de reforçar o forte compromisso ambiental da empresa, comprova o sucesso e a aceitação das motocicletas bicombustível no mercado nacional.

Entre os automóveis, destaque para os modelos híbridos, que utilizam dois motores - o principal, a combustão, e um auxiliar, elétrico, acionado quando o motor a combustão é mais solicitado, contribuindo com a redução da emissão de poluentes - e o primeiro veículo movido por célula de combustível produzido em série no mundo, o FCX Clarity. Disponível no mercado norte-americano desde 2008, o modelo é equipado com célula de combustível que converte hidrogênio e oxigênio em eletricidade, o que resulta na emissão apenas de vapor d’água.

Com 40 anos de história, mais de US$ 2,5 bilhões de investimentos e a geração de mais de 
FCX
15 mil empregos diretos no país desde 1971, a Honda tem como filosofia superar desafios, buscando atender as demandas da sociedade de forma 
sustentável.

Saiba mais sobre as ações de sustentabilidade da Honda em:http://www.honda.com.br/socioambiental

 


Honda South America Ltda.

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Fonte: http://www.honda.com.br/

VFR 1200F: sinônimo de inovação em tecnologia e design

postado em 24 de mar de 2011 16:27 por José Souza   [ 24 de mar de 2011 16:34 atualizado‎(s)‎ ]

Nova referência na categoria Sport Touring mundial, a VFR 1200F conta com a inédita tecnologia desenvolvida pela Honda – a transmissão com dupla embreagem, acionada eletronicamente (DCT – Dual Clutch Transmission) 


No ano em que a Honda completa 40 anos de atuação no mercado brasileiro e em que sua fábrica, localizada em Manaus (AM), comemora 35 anos de atividades, a empresa demonstra seu esforço contínuo em atender as expectativas de todos os tipos de público, buscando presença em todas as categorias. Com o crescimento da economia brasileira, o mercado de duas rodas está cada vez mais exigente e sofisticado. Por isso, é constante sua busca por inovação nos modelos de alta cilindrada, como a VFR 1200F.

O interesse da Honda pelo segmento acompanhou toda a sua trajetória no País, com modelos ícones para cada geração de motociclistas. Na década de 70, a lendária CB 750 foi eleita a “Moto do Século”. Na década de 80, a Honda foi pioneira em produzir no Brasil modelos de média e alta cilindrada, com destaque para a CB 400 e a histórica CBX 750 F (1ª motocicleta produzida no Brasil com motor quatro cilindros, DOHC). Nos anos 90, com a abertura do mercado nacional para a importação, o consumidor passou a ter acesso a produtos da mais alta tecnologia, como CBR 600F, CBR 900RR e CBR 1100XX Super Blackbird (1ª motocicleta a ultrapassar a barreira dos 300 km/h). Nos anos 2000, a Honda diversificou seu line-up para atender diferentes segmentos e passou a comercializar modelos como VTX 1800C, CB 1300 Super Four, XL 1000V Varadero, com destaque para a GL 1800 Gold Wing, única motocicleta do mundo a contar com sistema de airbag.

A VFR 1200F é uma motocicleta totalmente inovadora. Reunindo tecnologia, conforto com esportividade e vocação estradeira, foi desenvolvida com base nas necessidades e desejos dos mais exigentes consumidores. O resultado é um modelo que realmente se destaca entre os demais, graças ao seu design revolucionário e à tecnologia de ponta empregada em cada um de seus componentes.

Um de seus grandes diferenciais é a transmissão automática de dupla embreagem (DCT – Dual Clutch Transmission), inédita em âmbito mundial para motocicletas. O sistema automático (AT) proporciona uma pilotagem tão prazerosa e emocionante quanto ao modo manual (MT). Ao toque do comando esquerdo, o piloto pode realizar trocas de marchas conforme sua necessidade. Toda essa tecnologia está associada ao excelente conforto e sofisticação que o modelo transmite.

O novo sistema representa um grande avanço para o futuro do motociclismo e reforça o pioneirismo característico da Honda, que busca sempre desenvolver tecnologias que superem as expectativas de seus clientes e ultrapassem tudo o que já foi visto no mundo das duas rodas.

O design da VFR 1200F também supera todos os limites. Suas linhas inspiradas na motocicleta conceito V4 e sua carenagem de dupla camada 
(Dual Layer), contribuem com o desempenho aerodinâmico, transformando-a numa máquina única, impossível de passar despercebida.


Design inovador

Inspirado na motocicleta conceito V4, apresentada mundialmente no Intermot Bike Show em 2008, o design da VFR 1200F foi desenvolvido tendo como base as palavras japonesas “Ma” e “Tsuya”.

A palavra "Ma" tem muitos significados, não existindo uma tradução exata para o termo. Essencialmente, pode ser descrita como "o espaço entre as coisas". Focando-se no espaço em torno de um objeto, pode-se adquirir uma nova perspectiva das suas formas gerais.

O "Tsuya" não é uma propriedade física: descreve o desejo que se tem por um objeto, seu charme, a forma como atrai e prende a atenção. O foco no “tsuya” dá uma nova importância a cada linha, curva e ângulo.

De maneira geral, o sonho que norteou o desenvolvimento também determinou a forma e o conteúdo da VFR 1200F. A centralização das massas, o controle total do motociclista e a eficiência aerodinâmica foram os pontos chave para a criação do seu de design.

O motor compacto e a otimização do espaçamento entre os cilindros permitiram baixar a altura do assento (815 mm), tornando mais fácil para que o motociclista apóie os dois pés no chão. Suas formas envolventes proporcionam ao piloto a sensação de “ser”, “fazer parte” da motocicleta, em vez de simplesmente “estar” sobre ela – aspecto fundamental para ampliar as sensações de prazer e controle.

O formato do tanque de combustível vai além da função estética. Sua forma dá mais apoio ao motociclista, permite o perfeito encaixe de suas pernas e uma posição de pilotagem ergonômica, ampliando o controle.

A carenagem frontal está em harmonia com o tanque, oferecendo proteção eficiente, tanto para o piloto quanto para o garupa. Os comandos e interruptores foram posicionados para oferecer perfeita ergonomia, praticidade e fácil pilotagem.

A carenagem em duas camadas (Double Layer), patenteada pela Honda, cria um fluxo de ar interno que proporciona melhor aerodinâmica e estabilidade em altas velocidades. Além disso, suas fixações não são visíveis, deixando-a com uma superfície “limpa” e sem pontos de resistência ao ar.

O fluxo de ar passa entre as camadas, pelas duas aberturas da carenagem dianteira, e é canalizado. Assim, ajuda no arrefecimento do motor, fazendo com que a saída do ar quente fique distante do piloto e do garupa, para garantir uma viagem mais prazerosa e confortável.

A alta qualidade e a atenção aos detalhes são evidentes em toda a construção da VFR 1200F. O equilíbrio entre as superfícies da dianteira transmite um aspecto leve, criando um desenho que “corta o vento” com a menor resistência possível. A harmonia entre a carenagem e o chassi cria uma superfície perfeitamente integrada e aerodinâmica. A traseira é compacta e reforça as formas dinâmicas da motocicleta. A lanterna e os piscas traseiros seguem a tendência da dianteira.

A disposição do escapamento foi concebida para proporcionar uma excelente inclinação em curvas e o mínimo de contato com os pés do piloto e do garupa. No lado direito, a ponteira em formato triangular destaca as linhas marcantes da motocicleta.

O assento duplo, moldado a vácuo, possui uma área plana e ampla para o passageiro, e as pedaleiras são posicionadas para contribuir com sua segurança e conforto.

O painel de instrumentos combina conceitos de sofisticação, tecnologia e funcionalidade. Ao lado do conta-giros analógico, dois displays digitais mostram o velocímetro, os indicadores de nível do combustível, temperatura do líquido de arrefecimento e consumo de combustível. Conta ainda com relógio, indicador da temperatura ambiente, do sistema HISS e do ABS.

Acompanhando sua vocação estradeira, o modelo possui pontos de fixação que permitem fácil instalação e remoção de bauletos laterais opcionais, em harmonia com o estilo da motocicleta.

As novas tecnologias de pintura desenvolvidas pela Honda resultam em cores de alta qualidade, com cobertura mais uniforme. O acabamento translúcido e com profundidade realça a cor da motocicleta, criando um brilho elegante e sofisticado.


Motor forte e progressivo

A VFR 1200F conta com motor de quatro cilindros em V a 76º, quatro tempos, arrefecido a líquido, com 1237 cm3, que desenvolve potência máxima de 
172,7 cv a 10.000 rpm e torque de 13,2 kgf.m a 8.250 rpm. O propulsor foi concebido para atingir altas velocidades, com entrega de potência progressiva e confortável. O motor dispõe de torque já em baixas rotações, com 90% disponível a partir de 4000 rpm, tornando a VFR 1200F uma motocicleta divertida e emocionante de pilotar.

Trata-se de um propulsor extremamente compacto, devido à adoção do sistema UNICAM, que utiliza apenas um comando de válvulas por cabeçote, ao invés de dois. As válvulas de admissão são acionadas por cames (ou ressaltos) e as válvulas de escape, via balancins roletados, objetivando compactação e redução de peso do motor.

O modelo é equipado com a primeira transmissão de dupla embreagem totalmente automática do mundo para motocicletas de grande cilindrada. 
O novo sistema possui desenho leve e compacto. Mecanicamente, é semelhante às transmissões de dupla embreagem instaladas nos automóveis, que possuem mais espaço para sistemas de maiores dimensões. No entanto, numa motocicleta o espaço é limitado, o que dificulta a utilização de transmissões idênticas às dos automóveis. A distância do solo e a alteração do centro de gravidade da motocicleta em curvas são outros fatores limitantes.

Para superar estes desafios, a transmissão de dupla embreagem da VFR 1200F utiliza dois eixos primários e embreagens hidráulicas em linha. As passagens hidráulicas do sistema estão localizadas atrás da tampa do lado direito do motor, originando um eixo de transmissão mais curto.

Ao contrário das transmissões de automóveis, que utilizam seletores independentes para engrenar as marchas, o sistema aplicado na VFR 1200F recorre a um tambor de mudanças típico para motocicletas, que origina um mecanismo simples e mais compacto.

Sua configuração utiliza embreagens independentes para as mudanças ímpares (1ª, 3ª e 5ª) e para as mudanças pares (2ª, 4ª e 6ª). Para realizar as mudanças, as embreagens trabalham alternadamente. Por exemplo, ao mudar da 1ª para 2ª marcha, o módulo de controle detecta o pedido de engrenar uma mudança mais alta e engrena a 2ª. Em seguida, libera a embreagem da 1ª e engrena a embreagem da 2ª, para realizar mudanças ininterruptas. Esta transição rápida permite realizar mudanças extremamente suaves e eficientes.

Para atender às necessidades do motociclista em qualquer condição e situação, a transmissão possui três modos de funcionamento: dois totalmente automáticos (o “D” para uma condução descontraída e econômica, e o “S” para uma pilotagem esportiva) e um modo de seleção manual de seis velocidades, que dá controle total ao piloto por meio de comandos eletrônicos.

No modo automático, todas as mudanças são controladas por um módulo com função inteligente, que avalia constantemente a pilotagem e reconhece os momentos em que se devem engrenar as mudanças de marchas. Com o polegar direito, o condutor escolhe o modo "D" (maior economia) ou o modo "S" (maior esportividade).

Já no modo Manual, o piloto tem total controle sobre as mudanças de marchas, engrenando-as através dos comandos "+" e "–", acionados pelos dedos indicador e polegar esquerdos.

Em todos os modos de funcionamento, o sistema de transmissão de dupla embreagem oferece mudanças rápidas e suaves, com aceleração ininterrupta, uma vez que a força motriz é contínua.

Prazer e segurança na pilotagem

O chassi, as suspensões e os componentes de transmissão da VFR1200F estão unidos numa configuração única, que facilita a entrega de potência e contribui com sua estabilidade.

O resistente chassi tipo “Diamond” em alumínio é leve e rígido. A balança traseira monoamortecida do tipo Pro-Link contribui para o equilíbrio e a segurança em manobras, além de oferecer grande estabilidade em altas velocidades. Na dianteira, a resistente suspensão telescópica de 43 mm, com regulagem de pré-carga, oferece controle suave e ainda mais segurança.  
A suspensão traseira tipo monobraço em alumínio, associada à transmissão por eixo cardã, proporciona leveza e alta tecnologia. Em conjunto, garantem uma pilotagem confortável, podendo também ser conduzida de maneira mais esportiva, mesmo com garupa e bagagem, aumentando a sensação de controle total.

A VFR1200F está equipada com a mais recente tecnologia de freios para utilização esportiva. Na dianteira, conta com potentes pinças de seis pistões e disco de 320 mm. Na traseira, apresenta pistão duplo e disco de 276 mm. Conta ainda com sistema Combined ABS (C-ABS), que garante equilíbrio de frenagem entre a dianteira e a traseira, que contribui tanto com o potencial esportivo do modelo quanto com sua vocação estradeira.

O modelo estará disponível na versão “Top” (DCT) na rede de concessionárias Honda a partir de abril de 2011, nas cores vermelha metálica e preta metálica. Seu preço público sugerido será de R$ 69.900,00 (valor com base no Estado de São Paulo, não inclui despesas com frete e seguro). A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

Fonte: 

http://www.honda.com.br

XL700V Transalp: versatilidade e força para encarar qualquer aventura

postado em 24 de mar de 2011 16:17 por José Souza   [ 24 de mar de 2011 16:26 atualizado‎(s)‎ ]

Modelo chega ao Brasil para liderar a categoria Big Trail; com design esportivo e tendência Adventure, associa conforto e ciclística superior 



Combinando vocação estradeira, facilidade na pilotagem e potente motor, a XL 700V Transalp conquistou uma legião de fãs ao longo de sua trajetória no mundo. Seu porte imponente, aliado à força do motor bicilindrico em V, proporciona versatilidade, controle e emoção tanto no uso urbano quanto em viagens. Já consagrado no mercado europeu, o modelo chega ao Brasil para oferecer ao consumidor brasileiro a opção ideal para encarar as mais emocionantes aventuras.

Atributos como facilidade na pilotagem, conforto e agilidade garantem excelente desempenho em qualquer situação e permitem desbravar novos horizontes, independentemente dos obstáculos que se apresentem. Por isso, satisfaz os anseios dos mais variados tipos de motociclistas – desde aqueles que necessitam de um veículo para uso diário até os mais aventureiros, que concretizam o sonho de cruzar continentes.

A XL 700V Transalp surgiu no mercado europeu como resposta à crescente popularidade do rali mais disputado do mundo – o Paris-Dakar. Agora, é apresentada ao mercado brasileiro com suas principais características revitalizadas. O modelo chega para liderar a categoria Big Trail no País, apostando na elegância, conforto, fácil pilotagem e, principalmente, força em qualquer situação.

Estilo aventureiro

A XL 700V Transalp inaugura um novo capítulo nos quesitos estilo e diferenciação. As linhas do conjunto refletem uma filosofia sempre dinâmica e aventureira, com carenagens estreitas e compactas, linhas agressivas e angulares em todos os elementos que a compõem. Seu design transmite força, robustez, seguindo a tendência Adventure.

A dianteira é compacta e apresenta bom comportamento aerodinâmico, devido ao pára-brisa que reduz a resistência do ar, proporcionando uma pilotagem mais confortável e prazeirosa em viagens.

O painel de instrumentos traz conta-giros analógico e mostrador digital, reforçando o estilo moderno e esportivo do modelo. Os mostradores de LCD incluem informações de velocidade, quilometragem percorrida, relógio, indicador de nível de combustível e temperatura do líquido de arrefecimento do motor.

O tanque de combustível completa o design do conjunto e tem capacidade máxima de 17,5 litros, proporcionando boa autonomia para viagens.

O conjunto óptico conta com farol multi-refletivo de duas lâmpadas sobrepostas na dianteira. De formato oval, oferece grande capacidade de iluminação para pilotagem noturna. A durabilidade é ampliada pelas lâmpadas halógenas de filamento único.

O grafismo que envolve o logotipo da Transalp nas carenagens laterais dianteiras foi inspirado nos atuais aparelhos de navegação por satélite (GPS), reforçando a vocação aventureira do modelo. A posição dos números corresponde ao ponto mais alto da Europa acessível com uma motocicleta, situado em Col de la Bonette, no sul dos alpes franceses.

O estreito, ergonômico e confortável assento da Transalp, combinado com a distância ao solo (837 mm), oferece todo o conforto necessário para percorrer longas distâncias. Na linha do assento está o novo bagageiro traseiro, em resina moldada, que proporciona ao garupa um melhor apoio para as mãos.


Motor forte e vigoroso

Inicialmente, em 1987, a Transalp contava com motor de 583 cm3, um dos mais robustos da categoria à época. Em 2000, sua capacidade cresceu para 
647 cm3, o que resultou em um expressivo aumento de seu desempenho. 

A terceira geração, que chega ao Brasil, conta com motor SOHC bicilíndrico em V a 52º, quatro tempos, oito válvulas, com capacidade cúbica de 680 cm3, alimentado por injeção eletrônica PGM-FI, arrefecido a líquido. O propulsor oferece grande versatilidade e confiabilidade, gerando potência máxima de 60cv a 7.750 rpm e torque máximo de 6,12 kgf.m a 6.000 rpm.

O sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI utiliza dois corpos injetores de 40 mm de diâmetro, integrados numa única unidade, cada um com 12 orifícios injetores. Assim, otimizam a mistura admitida nos cilindros e resultam em mais potência, controle preciso do acelerador e entrega de potência mais linear. Desta forma, o sistema PGM-FI contribui para a redução do consumo de combustível em todas as situações de uso.

Com o novo motor, a XL 700V Transalp oferece maior potência, especialmente em médias rotações, com grande capacidade de aceleração e respostas mais rápidas ao comando acelerador.

Além do arrefecimento a líquido, o motor conta com um radiador de óleo que o torna mais confiável e robusto, sempre pronto para percorrer longas distâncias, sejam quais forem as condições da estrada e o ritmo da viagem.

Ideal para todas as situações

A XL 700V Transalp utiliza chassi de berço duplo em aço, que garante equilíbrio, peso reduzido e rigidez. O aumento em 10 mm da distância entre eixos, agora de 1.512 mm, contribui para a estabilidade da motocicleta em altas velocidades, principalmente com garupa e bagagem.

O conjunto de suspensões apresenta, na dianteira, garfo telescópico com 
200 mm de curso. Na traseira, conta com mono-amortecedor do tipo Pro-Link, que garante um comportamento eficaz e confiável nos mais variados tipos de terreno.

Na dianteira, a roda é de 19’’, com aro em alumínio e pneu de configuração 100/90, que garante um melhor controle direcional e resulta em uma pilotagem mais fácil na cidade, além de um comportamento mais suave em estradas. 
Na traseira, utiliza pneu radial 130/90, que oferece mais conforto e segurança, principalmente nas curvas em altas velocidades.

Na versão Standard, o sistema de freios conta com disco duplo de 256 mm de diâmetro na dianteira e pinças de duplo pistão. Na traseira, o disco de 240 mm de diâmetro é acionado por pinça de pistão único.

O modelo também está disponível na versão com freios Combined ABS (C-ABS), que apresenta, na dianteira, pinças de três pistões. O sistema, que é sinônimo de segurança sobre duas rodas, reúne os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). Enquanto o primeiro evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle do veículo em situações de emergência e permitindo manter seu controle direcional, o segundo distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira.

A XL 700V Transalp conta ainda com o sistema anti-furto HISS, desenvolvido pela própria Honda, que proporciona segurança ao estacionar o veículo em locais públicos. O avançado sistema de identificação por meio de chip eletrônico localizado na chave de ignição faz com que somente a chave original tenha capacidade para acionar o motor. Assim, o motociclista fica protegido contra tentativa de furtos com chaves não originais.

O modelo estará disponível na rede de concessionárias Honda a partir de abril de 2011, nas cores preta e branca. Seu preço público sugerido é de 
R$ 31.800,00 para a versão Standard e R$ 34.800,00 para a versão com freios C-ABS (valores com base no Estado de São Paulo, não incluem despesas com frete e seguro). A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

Fonte: 

http://www.honda.com.br/

Rota Motociclismo Campinas - SP

postado em 24 de mar de 2011 16:13 por José Souza   [ 24 de mar de 2011 16:15 atualizado‎(s)‎ ]


O Rota Campinas Motociclismo é um evento destinado aos amantes do motociclismo de todos os lugares do Brasil, sejam estradeiros, participantes de moto clubes, famílias e aos demais apaixonados pelo estilo de vida que um veículo de duas rodas oferece. 

O evento acontecerá em uma semana muito especial e um mês repleto de festividades, pois comemora-se: Semana do Motociclista, Aniversário de Campinas, III Festival Gastronômico 

Chegando à sua quarta edição, o segundo sob o nome de Rota Campinas Motociclismo, porém mantendo o velho espírito de companheirismo, respeito, amizade e liberdade que acompanha seus participantes. O encontro este ano deseja superar as expectativas dos visitantes e estima um público de 20 mil pessoas, por isso investiu em melhorias na infraestrutura e se preocupou com a diversidade de atrações. 

Local: Estacionamento do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim 

Entrada: 2 kg de alimento não perecível (à venda na portaria) 

Atrações: 
• Shows com 12 bandas.
• Rota Moto Kids: atrações educativas para crianças.
• Exposição de fabricantes e importadores. 
• Exposição e feira de acessórios para motos e motociclistas.
• Sorteio de camisetas e brindes. 
• City Tour pelas “Sete Maravilhas de Campinas”. 
• Apresentações de Wheeling. 

Solidariedade
Em sua última edição foram arrecadados 5.330,465 toneladas de alimentos não perecíveis. Estes mantimentos beneficiaram de 16 entidades atendidas pelo Banco de Alimentos de Campinas. Em 2011 a previsão é que seja arrecadado o dobro de alimentos, beneficiando um número ainda maior de entidades.

Campanha “Zoeira? Tô Fora!!!” 

Esperamos por você!. 

E-mail: faleconosco@rotamotociclismo.com.br

Site: http://www.rotamotociclismo.com.br

Será proibido a entrada de motos depenadas e Zoeira na área do evento!

4º aniversário do Moto Grupo Sebastianense

postado em 23 de mar de 2011 14:33 por José Souza   [ 23 de mar de 2011 14:35 atualizado‎(s)‎ ]


Onde ficar. 


Motofair 2011

postado em 23 de mar de 2011 14:29 por José Souza   [ 23 de mar de 2011 14:31 atualizado‎(s)‎ ]


II Moto fest de Itabaianinha

postado em 22 de mar de 2011 06:38 por José Souza   [ 22 de mar de 2011 06:41 atualizado‎(s)‎ ]


Aprendendo com a europa!

postado em 21 de mar de 2011 17:09 por José Souza   [ 21 de mar de 2011 17:23 atualizado‎(s)‎ ]

Com ruas cheias de carros, trânsito pesado e poucas vagas para estacionar, a Europa incentiva o uso das motocicletas como solução inteligente para resolver os problemas das cidades 

por Rafael Miotto 


Todos que visitam a Europa se surpreendem com diversos aspectos do Velho Continente. Comparando com o Brasil, por exemplo, é inevitável averiguar que o sistema de transportes dos países europeus, assim como a segurança dos cidadãos, estão anos-luz à nossa frente. Contudo, há de se ressaltar que a história desses países é milenar e a sua civilização já passou por muitas experiências para chegar ao estado atual. Por que, então, não utilizar algumas dessas experiências já realizadas no "Velho Mundo" em terras brasileiras? Por exemplo, há algum tempo as autoridades vêm criando alguns incentivos para as pessoas trocarem os carros pelas motos, principalmente nas capitais. Uma das principais iniciativas neste sentido aconteceu em 1996, quando a União Europeia criou uma legislação de equivalência entre as habilitações de carro e moto. 


Desse modo, quem possui a habilitação para automóveis (carteira B) e tem mais de dois anos de experiência no trânsito pode pilotar uma motocicleta ou scooter de até 125 cm³, sem a necessidade de tirar a carteira A, utilizada para motocicletas de todos os tipos. "Em alguns lugares de Paris é simplesmente impossível andar de carro e isso fez com que muita gente passasse a andar de moto diariamente, melhorando o fluxo de trânsito na cidade", disse Eric Breuillac, um fotógrafo brasileiro radicado na França há mais de dez anos. Entre os países europeus que aderiram a equivalência de habilitação estão: Itália, França, Espanha e Áustria. 



E, colocando esta ideia em prática, tiveram um grande crescimento do número de motocicletas nas ruas. Em sua maioria, os scooter dominam o mercado pela comodidade que trazem. "Você tem a vantagem de  ter o câmbio automático, o espaço em baixo do banco e, além disso, nos dias de chuva você quase não se molha e sente muito menos frio", acrescentou o guia turístico Jaime de Souza, que utiliza um scooter Piaggio todos os dias para rodar por Paris.


Desde a última renovação do Piaggio MP3, realizada no final de 2008, este simpático scooter passou a ser homologado como triciclo em diversos países da União Europeia. Desse modo, em muitos países do bloco o triciclo pode ser dirigido por quem tem apenas a habilitação B (carros), com a limitação de até 34 cv de potência. As modificações no MP3 incluem um pedal de freio no pé direito, que faz a frenagem do triciclo de modo combinado entre os eixos, e a principal: a distância entre as rodas dianteiras foi aumentada em 46,5 cm³, aumentando ainda mais a estabilidade do veículo em curvas. Além disso, o scooter conta com bloqueio da suspensão dianteira quando parado, assim, o ocupante não necessita colocar os pés no chão.

Para completar o pacote, os piscas aumentaram de tamanho. Tudo isso fez com que a marca italiana encontrasse uma brecha na legislação europeia e tornasse os MP3 250 e 400 best-sellers. Outra medida tomada pelas autoridades francesas, para melhorar as condições de trânsito em Paris, foi proibir que carros circulem por algumas áreas centrais. Além disso, encontrar uma vaga para estacionar um carro pode ser um grande desafio de paciência e exige o desembolso de uma grande quantia de dinheiro. Em contrapartida, um trabalho muito interessante começou a ser realizado na Cidade Luz. Existe um serviço de mototáxi no Aeroporto Charles de Gaulle feito, nada mais nada menos, por motocicletas Honda Goldwing. "Um diretor de uma empresa prefere, muitas vezes, trocar um táxi normal por uma  Goldwing. 

Primeiro porque a moto será mais rápida no trânsito e segundo porque as motos chegam a lugares que os carros não chegam. Isso mesmo o mototáxi chegando a custar duas vezes mais do que um táxi comum", explicou o jornalista francês Charles-Henrick Gaurier. No entanto, mais países têm mostrado a valorização das motocicletas, como veículo inteligente para a mobilidade no trânsito. Por exemplo, desde 2006, em Londres, na Inglaterra, motocicletas e bicicletas podem utilizar as faixas que eram exclusivas para ônibus. A primeira experiência realizada em três vias da cidade comprovou que os acidentes com ciclistas e motociclistas caíram 44%. 

Assim, a medida foi expandida para as outras vias da cidade. Enquanto isso, no Brasil, as autoridades, apesar dos avanços nas vendas de motocicletas nos últimos tempos, vêm adotando medidas contraditórias em relação ao uso de motos. Em vez de utilizar estes exemplos já bem-sucedidos na Europa, para resolver alguns problemas de mobilidade que enfrentamos em nosso país, os legisladores e a mídia parecem ir na contramão do mundo. De um lado, as motos estão sendo proibidas de circular em algumas vias e, de outro, as motocicletas são massacradas pela imprensa. Mas, então, quem será que tem mais experiência no assunto? Com certeza, as motos são uma ótima opção para a mobilidade no Brasil!


Equivalência na habilitação
Após a iniciativa dos governantes de equivaler a habilitação de carros a motos até 125 cm³, as vendas de scooter quase dobraram na França. De 24 000 unidades, em 1995, ano anterior ao início das novas regras, as vendas saltaram para 
44 000, em 1996. Em 2009,foram matriculados 77 000 scooter na França.

Velho continente movido a duas rodas
Apesar das motocicletas terem uma grande importância no dia a dia dos europeus, outro veículo de duas rodas é essencial para os habitantes do Velho Continente. Por toda a Europa é espantoso ver a quantidade de bicicletas pela rua, em Amsterdã, por exemplo, sem dúvida, as bicicletas são o veículo nº1 para a população. Pessoas de todas as idades e classes sociais utilizam as "bikes", que ficam literalmente empilhadas nas ruas. Outro exemplo interessante ocorre em Paris, na França, onde o governo disponibiliza bicicletas em diversas estações na cidade. O serviço é feito de maneira "self-service" com um cartão especial ou mesmo um cartão de crédito comum. Com a primeira meia hora de uso gratuita e as posteriores por 1 euro, você pode se deslocar por toda a cidade e depois deixar a bike em qualquer outra estação disponível em Paris.

Imagens Rafael Miotto

Fonte: Motociclismo On Line

Nova concessionária em Salvador - Líder Motos

postado em 21 de mar de 2011 06:19 por José Souza   [ 21 de mar de 2011 06:25 atualizado‎(s)‎ ]

Agora Salvador contará com mais uma concessionária de motos Suzuki. Trata-se da Líder Motos, sua nova opção na cidade baixa.

Essa concessionária faz parte do grupo Guimarães Motos. 

Isso mostra que o público motociclístico está merecendo um tratamento cada vez melhor. Parabéns pela iniciativa.


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